Para Dilma, trata-se de uma “visão elitista” do país.
“Essa história de que o povo não sabe votar só porque não se formou em uma universidade é uma falácia, uma mentira. Acho (que é) visão elitista do país, lamentável. Escutei muito que o povo não sabia votar. E, antigamente, não deixavam o povo votar”, ressaltou a petista nesta terça-feira (7), após conversa com governadores, senadores e deputados eleitos no 1º turno, numa coletiva.
A candidata à reeleição disse que a campanha será baseada em “propostas críveis” e na comparação entre as gestões do PT e do PSDB à frente do governo federal. “A campanha será: apresentamos as nossas propostas e vamos debater em alto nível projetos que já fizemos no país. E a população vai escolher”, comentou.
Dilma refutou a ideia de que a eleição será dividida entre pobres e ricos ao mostrar dados sobre a melhora de vida dos brasileiros nos últimos anos.
“A oposição entre ricos e pobres é parcialmente verdadeira. De fato, os governos do PT tiveram preocupação que pode ser sintetizada em ‘incluir os pobres no Orçamento’. Elevá-los sempre a uma situação melhor. Mas fizemos uma política em que todos ganharam. Isso transformou o Brasil de forma pacífica e silenciosa”, opinou.
Sobre os protestos e a demanda por serviços públicos de qualidade, Dilma enfatizou: “O Brasil mudou e o desejo das pessoas mudou junto. Brasil do passado não fazia metrô, porque o governo era para 1/3 da população. Metrô porque era coisa para rico. Metrô é algo fundamental em um país como o Brasil, de concentração urbana violenta em algumas cidades.Tem que ter metrô em Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo, em grandes cidades do Brasil para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros”.
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