domingo, 26 de abril de 2015

SÃO PAULO - Professores em greve encerram ato com abraço à Secretaria da Educação

na Rede Brasil Atual
PM impediu docentes de ocupar o vão livre da Masp, na avenida Paulista. Categoria rejeita proposta de reajuste zero do governo Alckmin
por Rodrigo Gomes, da RBA
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Professores estão em greve há 42 dias por aumento salarial e melhoria das condições de trabalho

por José Gilbert Arruda Martins
Não é apenas a Educação Pública de São Paulo que é desrespeitada com essas atitudes do Alkmin, é toda a educação do país.
Não são apenas os professores de São Paulo que estão sendo desrespeitados mas todas as pessoas que trabalham com educação do país.
O que o governador faz, só faz porque deram as condições para que ele aja dessa forma antidemocrática e truculenta.
E quem deu as condições?
A grande mídia, capitaneada pela globo, a sociedade rica do Estado, que nunca se importou com Educação Pública e com os estudantes pobres e, infelizmente, parte da nossa classe de professores que votam e apoiam esse tipo de projeto neoliberal.
É duro dizer isso, eu sei, mas parte dos professores sempre apoiou os governos do PSDB no Estado de São Paulo.
Os professores precisam entender, e as eleições do segundo turno, do terceiro turno e do quarto estão demonstrando, que existe Luta de Classes muito presente e forte no país, negar isso é pura contradição pedagógica.
Portanto, com essa consciência na cabeça, todo professor e professora precisa continuar e, aqueles que não fazem, trabalhar autores progressistas daqui e de fora, entre eles o grande e fundamental Paulo Freire.
As ideias freirianas, são de grande valia para nós educadores entendermos a conjuntura e mais, entender a estrutura da máquina social da qual fazemos parte e trabalhamos.
Não enxergar isso, é fingir fazer educação, principalmente Educação Pública.
Desconstruir o que está sendo montado pelas políticas nefastas do PSDB em São Paulo é imprescindível para a sobrevivência da Educação Pública no Estado.
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SÃO PAULO

Professores em greve encerram ato com abraço à Secretaria da Educação

PM impediu docentes de ocupar o vão livre da Masp, na avenida Paulista. Categoria rejeita proposta de reajuste zero do governo Alckmin

São Paulo – Os professores da rede estadual de ensino de São Paulo decidiram hoje (24), em assembleia, pela continuidade da greve iniciada há 42 dias. Depois de uma caminhada pela avenida Paulista e rua da Consolação, os docentes "abraçaram" a sede da Secretaria da Educação, na praça da República, no centro de São Paulo. A Polícia Militar cercou o prédio e não permitiu a aproximação dos professores. Ontem (23), o secretário Herman Jacobus Cornelis Voorwald, disse aos professores que não haverá reajuste salarial neste ano.
“A greve continua. E é culpa do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do Herman, que ontem apresentou proposta de reajuste zero aos professores”, afirmou a presidenta da Apeoesp (sindicato da categoria), Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel.
Segundo a Apeoesp, 40 mil professores participaram da assembleia no vão livre do Masp e seguiram em passeata até a praça da República, onde fica a secretaria. No início da tarde, ao chegar ao Masp, na avenida Paulista, centro da capital paulista, os professores encontraram o vão livre do local cercado pela Polícia Militar (PM). Sem poder acessar a área, os professores ocuparam as duas faixas da avenida para realizar a assembleia. Ontem, os policiais impediram a chegada dos docentes à praça da Sé, impedindo sua passagem nas ruas da região central.
Os professores anunciaram que ingressaram com pedido de intermediação no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), em São Paulo, para garantir a negociação. E também, com um ação para que o governo Alckmin não possa cortar o ponto dos professores em greve.
A greve objetiva equiparar o salário dos docentes com os de outros profissionais com nível superior, conforme define a meta 17, do Plano Nacional de Educação (PNE). Para isso, o sindicato calcula que o índice de reajuste deve ser de 75,33%. Os trabalhadores afirmam que 70% da categoria aderiram à greve.
Alckmin defende que a categoria teve 45% de reajuste nos últimos quatro anos, contra uma inflação de 24%. A sindicalista corrige a conta do governador. O sindicato contesta os números, e diz que o reajuste foi de 26%, e estaria sendo incorporado o valor de gratificações que não são consideradas na aposentadoria.

Os professores também reivindicam a extensão dos direitos da categoria aos professores de categoria O (temporários) e a reabertura das 3.390 classes fechadas neste ano, sendo 3.300 no ensino médio. Algumas salas de aula chegam a ter até 60 alunos no ensino regular, e 90 em turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA). E cerca de 20 mil professores perderam o emprego.

GÊNERO - Mulheres podem levar 80 anos para conquistar equidade no mercado de trabalho

na Rede Brasil Atual
Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta as dificuldades enfrentadas para ascensão na carreira. Economista do Dieese cobra medidas práticas e mudança de mentalidade
trabalhadoras
Dupla jornada é obstáculo e trabalho doméstico deve ser compartilhado, segundo o Dieese

São Paulo – Apesar do aumento de mulheres no mercado de trabalho nas últimas décadas, a equidade de salário e de condições de trabalho com os homens pode levar até 80 anos, segundo o Relatório Global de Equidade de Gênero, do Fórum Econômico Mundial, recém-divulgado.
Para o comentarista econômico da Rádio Brasil Atual e coordenador de atendimento sindical do Dieese, Airton Santos, é "estarrecedor" que, em pleno século 21, essa questão ainda não tenha sido resolvida. Santos cobrou medidas práticas, no âmbito da legislação, mas também mudanças de padrões culturais e sociais para que esse prazo possa ser encurtado.
Ele afirmou que a realidade apontada pelo estudo afeta também os países desenvolvidos, mas ressaltou que nos países emergentes se faz presente com maior intensidade.
"É uma questão grave porque não se trata de habilidades ou capacidade de trabalho intelectual – não há diferenças entre mulheres e homens nesse aspecto. Mas existe, ao que parece, alguma coisa cultural, algum preconceito em relação à presença da mulher, que faz ela não ter as mesmas oportunidades e a mesma velocidade de ascensão dentro das empresas", analisou o coordenador do Dieese.
Para além do preconceito, Airton Santos identifica a dupla jornada enfrentada pelas mulheres como uma das causas da disparidade, pois "impede que a mulher foque, de fato, a carreira profissional porque ela fica dividida", disse, afirmando que o homem geralmente não assume responsabilidades domésticas, como o cuidado com os filhos, preparo de alimentos e limpeza da casa, por exemplo.
Santos classificou tal separação de papéis entre homens e mulheres como "primitiva" e que é preciso que os maridos repensem suas posturas e assumam também tarefas domésticas, garantido assim às mulheres as mesmas oportunidades no mercado de trabalho.
"As empresas precisam respeitar as condições femininas e criar possibilidades para que elas ascendam nas empresas", cobra o coordenador do Dieese. Para ele, à medida que mais mulheres ocupem cargo de direção nas corporações, servirá de estímulo para ascenderem em suas carreiras.
O comentarista criticou também as estruturas sindicais brasileiras, setor que, mesmo com aumento da participação feminina, mantém a maioria das direções composta por homens.

sábado, 25 de abril de 2015

'GOLPISTA E AUTORITÁRIA' - Aniversário de 50 anos da TV Globo: movimentos preparam 'descomemoração'

na Rede Brasil Atual
Envolvimento no golpe de 1964, sonegação de impostos, violação de direitos humanos, oligopólio e parcerias com afiliadas propriedade de políticos estão entre motivações para protestos
globo
Já no ano passado a emissora foi alvo de protestos pedindo a democratização dos meios de comunicação
São Paulo – O aniversário de 50 anos da TV Globo será “descomemorado” em, pelo menos, seis estados brasileiros no próximo domingo (26). Movimentos sociais, sindicatos e outras entidades vão realizar manifestações para reivindicar um marco regulatório para democratizar a comunicação no Brasil e denunciar a manipulação da opinião pública, a influência sobre o poder político e os ataques contra quem não partilha dos mesmos interesses da emissora.
“A Globo se tornou um poder que impede uma maior circulação de ideias e a ampliação da liberdade de expressão”, defendeu o colunista da RBA Laurindo Leal Filho, o Lalo, em entrevista ao Brasil de Fato.
A TV Globo foi criada em 1965, sob o primeiro governo da ditadura iniciada em 31 de março do ano anterior. E hoje é uma cinco maiores redes de televisão do mundo. Antes dela já existiam o jornal O Globo, fundado em 29 de julho de 1925 no Rio de Janeiro, e a Rádio Globo, fundada em 2 de dezembro de 1944. Além desses, as Organizações Globo mantêm afiliadas de TV em todo o país, outras emissoras de rádio – como a CBN –, além de revistas, portais de internet e jornais locais, em um total de 122 veículos.
A emissora mantém parceria com TVs afiliadas que são ligadas, por exemplo, a senadores e deputados, como a família Sarney, no Maranhão, a família de Antônio Carlos Magalhães (ACM), na Bahia, a família Collor, em Alagoas; e do senador Jader Barbalho (PMDB), no Pará. Essa prática viola o artigo 54 da Constituição, que veta a propriedade de concessões de rádio e TV por políticos. 
As Organizações Globo ocuparam um espaço que foi aberto na sociedade brasileira a partir da ideia de que não deve existir regulação para os meios de comunicação. Ocuparam, desde o início, sem nenhum tipo de controle, o espaço eletromagnético, as ondas de rádio e TV. Com isso, criaram uma estrutura que acabou se tornando praticamente monopolista”, avaliou Lalo.
A Constituição de 1988, no parágrafo 5º do artigo 220, vetou o monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação. Isso significa que não é permitida a propriedade cruzada – um mesmo grupo deter rádio, TV e jornal em uma mesma cidade, por exemplo. No entanto, tal norma nunca foi regulamentada, ficando, até hoje, sem aplicação no país.
Para os ativistas, a emissora tem um “DNA golpista”, ficando sempre contra as pautas progressistas e criminalizando a luta de movimentos sociais e entidades sindicais. Ao mesmo tempo, ainda como rádio e jornal, foi apoiadora do movimento contra o governo de Getúlio Vargas até seu suicídio em 1954. E depois deu sustentação ao movimento contra o presidente João Goulart (1961-1964), que culminou no golpe de estado em 1964.
A emissora é filha bastarda do golpe militar de 1964. O então diretor do jornal O Globo Roberto Marinho foi um dos principais incentivadores da deposição do presidente João Goulart, dando sustentação ideológica à ação das Forças Armadas. Um ano depois, foi fundada a sua emissora de televisão, que ganhou as graças dos ditadores. O império foi construído com incentivos públicos, isenções fiscais e outras mutretas. Os concorrentes no setor foram alijados, apesar do falso discurso global sobre o livre mercado”, diz um trecho domanifesto lançado pelos organizadores do ato.
Já nos anos 1980, a emissora deixou de cobrir as mobilizações que ocorriam em todo o país pelas eleições diretas – o movimento Diretas Já. A maior manifestação do movimento, realizada na praça da Sé, em São Paulo, em 25 de janeiro de 1984, com 1,5 milhão de pessoas, foi tratada com um ato pelo aniversário do município pela TV Globo. O episódio foi relembrado pela própria Globo em seu programa de comemoração dos 50 anos, esta semana.
Nos últimos meses, a TV Globo tem oferecido coberturas completas das manifestações que pedem o impeachment da presidenta da República, Dilma Rousseff, chegando a transmitir jogos do campeonato paulista de futebol no sábado, para garantir a transmissão dos protestos no domingo. Já os professores paulistas cobraram a emissora publicamente por não cobrir a greve iniciada em 13 de abril e que hoje chegou a 42 dias de paralisação.
“A Globo é responsável pelo não aprofundamento da democracia no Brasil. Ela faz isso através de dois mecanismos. O primeiro é a questão cultural, mantendo a população alienada, afastada do processo político. De outro lado, está a defesa de interesses antipopulares. Do governo Vargas até hoje, (a Globo) esteve comprometida com as classes dominantes do Brasil. Todas as bandeiras populares que aprofundariam a democratização do país são demonizadas”, afirmou Lalo.
Outro ponto destacado pelos manifestantes é a acusação de que a emissora sonega impostos. A Globo nãoapresentou o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) do pagamento dos impostos, relativos àcompra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002. “O que só reforça a suspeita da bilionária sonegação da empresa. A falta de transparência do império em inúmeros negócios é total. Ela prega o chamado “Estado mínimo”, mas vive mamando nos cofres públicos, seja através dos recursos milionários da publicidade oficial ou de outros expedientes mais sinistros”, diz outro trecho do manifesto da 'descomemoração'.
Estão entre as organizações que convocam os protestos o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), a CUT, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a União Nacional dos Estudantes (UNE).

Atos de “descomemoração” dos 50 anos da TV Globo:

Sábado, 25 de abril
Viçosa-MG
Panelaço no horário do "Show dos 50 anos", que a emissora exibe às 22h
Domingo, 26 de abril
São Paulo-SP
Praça General Gentil Falcão, no Brooklin Novo, às 15h, de onde vão marchar até a sede da Globo, nas proximidades
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/373059119549128/
Bagé-RS
Praça dos Esportes, Presidente Vargas 145, às 15h
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/811709205587212/
Brasília
Em frente à sede da emissora, na W3 Norte (próximo ao Shopping Brasília), às 13h
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1422568291383735/
Recife
Praça do Arsenal, centro do Recife, às 15h
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1555845808009455/
Belo Horizonte
Av. Carlos Luz, 800 (próximo à igreja Santa Clara), bairro Caiçara, às 13h
Evento no Facebook:
 https://www.facebook.com/events/1598703507052464/
Segunda, 27 de abril
Curitiba
Aula Pública "Qual o papel da mídia do debate da Redução da maioridade penal?"
Colégio Estadual São Pedro Apostolo - rua Primeiro de Maio, 1.160 - Xaxim, Boqueirão, às 19h
Quarta-feira, 29 de abril
Aula Pública de “descomemoração” dos 50 anos da Globo

18h - Concentração na praça Santos Andrade/ velório da hegemonia, monopólio e da manipulação
18h30 - Marcha fúnebre
19h - Aula Pública na Boca Maldita

sexta-feira, 24 de abril de 2015

PARTILHA - Para Luiz Gonzaga Belluzzo, Petrobras 'tem futuro promissor' com atual regime

na Rede Brasil Atual
Não tem que derrubar partilha coisa nenhuma, tem que manter, é um regime que na verdade premia a Petrobras pelas descobertas e pelo avanço tecnológico', diz economista
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Bellluzzo: "Brasil deve se espelhar no que fez a Noruega"
por Eduardo Maretti, da RBA
São Paulo – A manutenção do regime de partilha e a divulgação realista do seu balanço com os resultados de 2014, na noite de ontem (22), são elementos que apontam para um futuro promissor da Petrobras. A opinião é do economista Luiz Gonzaga Belluzzo. “A Petrobras, num regime de partilha, como as coisas estão organizadas hoje, dispõe de ativos valiosíssimos, que vão ser explorados. É muito importante que eles tenham dado ao mercado essa amostra de seriedade de fazer uma reavaliação dos resultados. Tudo isso é muito importante. A empresa tem um futuro muito promissor”, diz.
"Agora é preciso olhar para a frente”, diz Belluzzo, mencionando o crescimento do faturamento da empresa, no contexto do anúncio do balanço pelo presidente da estatal brasileira, Aldemir Bendine, como um dos fatores que devem ser considerados, junto ao que a empresa tem conseguido na exploração do pré-sal. “A Petrobras tem um horizonte de incorporação de novos ativos. As reservas já identificadas foram bem avaliadas. A produção está aumentando sobretudo nas reservas do pré-sal. O futuro da empresa é avaliado por esses critérios, mesmo considerando a queda do preço do petróleo (nos últimos meses)”, diz.
Segundo o balanço divulgado ontem, o faturamento da companhia cresceu 10,6% em 2014, de 304,89 bilhões para R$ 337,26 bilhões. A companhia destaca o crescimento de 5% na produção de petróleo e gás natural (no Brasil e exterior) em relação a 2013, atingindo a média de 2 milhões 669 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2014. A produção no pré-sal atingiu média diária de 381 mil bpd em 2014, com recorde em 21 de dezembro, chegando a 713 mil barris.
No entanto, a Petrobras reconheceu o prejuízo de R$ 21,6 bilhões, do qual R$ 6,2 bilhões em consequência de fatores relacionados à Operação Lava Jato.
Lideranças tucanas têm defendido, clara ou veladamente, acabar com o regime de partilha e voltar às concessões. “Não tem que derrubar regime de partilha coisa nenhuma, tem que manter, é um regime que na verdade premia a Petrobras pelas descobertas que fez, porque foi ela quem fez a investigação, promoveu o avanço tecnológico. É importante por causa da destinação dos recursos, sobretudo para educação e saúde e inovação”, avalia Belluzo. “O Brasil tem que fazer isso e se espelhar no que fez a Noruega, que é muito importante, e não ceder.” De um país de economia medíocre nos anos 1960, a Noruega se tornou uma das nações mais prósperas do mundo, a partir de descobertas de grandes jazidas de petróleo no Mar do Norte e atuação estatal forte nesse mercado.
Ontem, após a divulgação dos números da companhia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado à presidência da República, divulgou nota na qual afirma que os dados “mostram mais um capítulo de um filme de má gestão e corrupção, envolvendo a estatal brasileira que há poucos anos era a maior empresa da América Latina e uma das empresas mais eficientes do mundo no seu setor”. Segundo o tucano, “não há nada para comemorar em relação aos dados publicados hoje”.
Na terça-feira, o também senador tucano Aloysio Nunes publicou artigo intitulado “Em defesa da Petrobras”, no qual afirma que a escolha pelo regime de partilha, no governo Lula, trouxe problemas desde o início. "Já a concessão torna a Petrobras mais eficiente”, diz.
No texto, o representante do PSDB paulista cita o suposto desinteresse de duas companhias americanas. “Vale lembrar que duas gigantes do setor, Exxon e Chevron, desistiram de participar da disputa (do pré-sal). A demora na realização do leilão (o pré-sal foi descoberto em 2007) e a forte interferência estatal foram alguns dos motivos para a desistência dessas empresas”, argumentou Aloysio Nunes.

Bolsa


As ações da Petrobras sofreram grandes oscilações hoje. A cotação das ações preferenciais chegaram a apresentar queda de 9% pela manhã, e as ordinárias chegaram a cair mais de 5% durante o dia. Porém, as ações ordinárias acabaram fechando em alta de 5,63% enquanto as preferenciais caíram 1,52%.

42 DIAS - Sem proposta, professores estaduais de SP garantem que greve continua

na Rede Brasil Atual
Categoria está em greve desde 13 de março por aumento salarial de 75,33% e a redução do número de alunos por sala para o máximo de 25
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Bebel deixa Secretaria da Educação após reunião com secretário nesta quinta (23)


por José Gilbert Arruda Martins

Alkmin deseja, quer sucatear para justificar a entrega da educação de SP ao setor privado. Política do PSDB que SP vem mantendo no poder há mais de 20 anos.

E, parece que tem muito professor manipulado e guiado por essa política nefasta aos interesses dos filhos e filhas do Povo.

A greve se arrasta por tanto tempo porque não interessa ao PSDB e seus asseclas, a educação dos trabalhadores.

Enquanto os filhos do Povo estão sem aulas, a classe média e os ricos estão nos bancos escolares, se preparando para, no futuro próximo, continuarem a mandar e faze,r o que no presente é executado como política de Estado pelo PSDB.

Os educadores de SP precisam de união total nessa hora, ou continuam até a vitória, ou serão esmagados por esse governo entreguista do Alkmin.

42 DIAS

Sem proposta, professores estaduais de SP garantem que greve continua

Categoria está em greve desde 13 de março por aumento salarial de 75,33% e a redução do número de alunos por sala para o máximo de 25
São Paulo – Terminou sem avanço a negociação de hoje (23) entre dirigentes do sindicato dos professores estaduais de São Paulo (Apeoesp) e o secretário da Educação, Herman Voorwald. Em duas horas de reunião, o secretário de Geraldo Alckmin (PSDB) não apresentou nenhuma proposta à categoria, em greve desde 13 de março por aumento salarial de 75,33% e a redução do número de alunos por sala para o máximo de 25.
Durante o encontro, aproximadamente 2 mil professores, segundo a Apeoesp, participaram da vigília na Praça da República, onde fica a sede da secretaria, na região central da capital paulista. Os grevistas decidiram fazer uma caminhada até a Marginal do Tietê e pretendem parar importantes vias da cidade nesta tarde.
A presidenta da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, a Bebel, lamentou o resultado da reunião. “Foi muito ruim. (O secretário) não apresentou nada. Quando a gente esteve em 30 de março aqui disseram que em abril poderiam ter números. Agora já diz que não tem”, relatou à Agência Brasil. Para Bebel, o governo adotou a posição de não apresentar nenhuma proposta enquanto os professores estiverem em greve. “A nossa posição é de continuidade de greve. Não tem jeito. A tendência é radicalizar, não tem outra coisa.”
Nova assembleia está marcada para amanhã (24), às 14h, no vão livre do Masp, na avenida Paulista.

TERCEIRIZAÇÃO - Diante de repercussão negativa da votação, senadores querem mudar teor do PL 4.330

na Rede Brasil Atual
Vários parlamentares dizem que vão trabalhar para derrubar projeto aprovado e tirar terceirização de atividade-fim do texto. Cunha lembrou que matéria retornará para a Câmara
Cunha e Renan
A harmonia entres os caciques peemedebistas será posta à prova durante tramitação do PL 4.330 no Senado
por Hylda Cavalcanti, da RBA
Brasília – Um dia depois da votação, na Câmara dos Deputados, que manteve o texto base do projeto de lei da terceirização (PL 4.330), autorizando a regulamentação, inclusive, na atividade-fim, senadores reagiram ao resultado e declararam que vão votar de forma diferente quando a matéria lá for protocolada.
Declarações nesse sentido foram feitas por Lindbergh Farias (PT-RJ), Humberto Costa (líder do PT na Casa) e até mesmo pelo próprio presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que tem dito que a terceirização a ser aprovada no Senado não será “ampla, geral e irrestrita”.
Lindbergh afirmou, no início da tarde de hoje (23), que o PT vai travar o que chamou de “guerrilha regimental” para impedir a aprovação do projeto no Senado. “A terceirização da maneira como foi aprovada na Câmara terá como consequência a redução dos salários e não vamos concordar com isso”, ressaltou.
Já Jorge Viana (PT-AC) destacou a intenção dos parlamentares em fazer contato com as centrais sindicais e movimentos sociais, que programam novas mobilizações contra o projeto. “Aqui o projeto passará por um tratamento adequado”, disse. Para Viana, o Senado não perderá a oportunidade de fazer duas coisas: “Organizar a legislação trabalhista, mas de forma a organizar o direito dos trabalhadores; e impedir que haja exploração destes trabalhadores terceirizados”.

Ritmo diferente

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), por sua vez, destacou que virou hábito nos últimos meses, a Câmara dos Deputados analisar suas matérias em tramitação de forma “acelerada, atropelada e ditatorial”, numa crítica ao presidente daquela Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Para Costa, a intenção dos senadores é retomar a participação da sociedade civil na discussão sobre o tema, que a seu ver foi “totalmente excluída desse debate” e fazer com que o rito de apreciação da matéria seja diferente, por meio de uma sessão temática para debater o projeto em plenário, conforme ele já tinha sido informado pelo presidente Renan Calheiros.
Apesar dessas declarações dos senadores, repercutiu mais entre os parlamentares notícias de que Calheiros estaria se articulando para engavetar o projeto durante um certo tempo no Senado. O que o senador confirma que divulgou até agora foi sua disposição de fazer o projeto tramitar em várias comissões técnicas da Casa, de forma a permitir que o tema seja amplamente discutido.
O anúncio de Calheiros de reavaliar totalmente o PL, vindo a modificá-lo em pontos fundamentais, já provocou insatisfação entre os deputados que apoiaram a aprovação do projeto. Ontem, mesmo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, lembrou, ao final da sessão, que como o PL é originário da Câmara, se vier a ser modificado pelo Senado, terá de retornar à Casa para nova apreciação.

A troca de farpas é prenúncio de dias intensos com a chegada da matéria à Casa revisora do Legislativo. E, principalmente, novos de embates sobre o destino da regulamentação da terceirização no país. Assim como os resultados concretos dessa regulamentação na vida e nos direitos dos trabalhadores.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

O “mico” do Moro é a moral do lobo. Se não foi a Marice, foi a Giselda, prendam assim mesmo!

no Tijolaço
gisel

Autor: Fernando Brito
Então o Dr. Moro mandou soltar a cunhada de João Vaccari, Marice Correa, que foi exposta em toda a mídia nacional por sua “imagem” fazendo depósitos num caixa automático para sua irmã, Giselda.
É que Marice não era Marice, mas era Giselda, depositando seu próprio dinheiro na sua própria conta.
Mas, o mesmo Dr. Moro não tinha hesitado em prorrogar a prisão de Marice, porque ela havia “mentido” ao dizer a verdade, que não tinha depositado nada.
Durante dois dias ouviu-se o douto Ministério Público dizer – prepare a risada – que grandes esquemas de lavagem de dinheiro se faziam com depósito “picadinhos” (máximo de R$ 2 mil) em caixas automáticos, aqueles do envelope.
E viu-se Sua Excelência manter a privação de liberdade de uma pessoa porque  “conforme fotos que o MPF apresentou em juízo, a semelhança de fato é notável, o que levou este Juízo a afirmar que seria a mesma pessoa”.
Segundo a Folha, foi peremptório: “O juiz chegou a afirmar que os vídeos “não deixavam qualquer margem para dúvida” e acusava Marice de“faltar com a verdade flagrantemente”
Uma simples pergunta desmonta tudo: se os bancos gravam seus caixas automáticos para terem segurança de quem efetua a operação, desde quando fazem isso com as pessoas “de costas” ou lhes aparecendo apenas “o cocoruto”. Todos os caixas tem câmaras frontais, no próprio terminal, Dr. Moro, o senhor nunca usou um?
É só ter indagado dos promotores onde estavam estas imagens frontais.
Simples assim.
Mas o direito das pessoas que caiam sob a vara do Dr. Moro não merecem cuidados, a menos que queiram sair negociando para delatar.
Fora daí, todo mundo em cana.
Como deixam claras as palavras do juiz, é como na história do lobo: se não foi você, foi seu pai, seu tio, seu avô.



Crise? É a da Globo. Emprego cresce!

no Conversa Afiada
Chora, Urubologa, chora !
De Silva Marcos, no face

APÓS TRÊS MESES EM QUEDA, CRIAÇÃO DE EMPREGOS VOLTA A CRESCER, MOSTRA CAGED



Depois de três meses consecutivos em queda, a geração de empregos formais no país voltou a crescer em março, com a criação de 19.282 postos de trabalho formal. O dado representa crescimento de 0,05% em relação ao mês anterior, quando havia sido registrado fechamento de 2.415 vagas. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgado hoje (23) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

No acumulado do ano, o resultado ficou negativo (-0,12%) com queda de 50.354. No acumulado dos últimos 12 meses, o Caged registrou redução de 48.678 postos de trabalho formal. O resultado do mês de março de 2015 é melhor do que o obtido no mesmo mês do ano passado (13.117).

O resultado positivo para o mês de março deste ano decorre da diferença entre o total de trabalhadores admitidos (1.719.219) e o total de demitidos (1.699.937). No ano, foram admitidos 5.088.689 trabalhadores com carteira assinada e demitidos 5.139.043.

O ministro do Trabalho, Manoel Dias, disse que o resultado negativo no acumulado do ano preocupa. Ele ressaltou, no entanto, que o país começa a se recuperar da crise. “No nosso entendimento, estamos vivendo uma crise política que também impacta a economia. Isso posterga a compra de um automóvel, de um apartamento, e o investidor deixa de investir. O que nos mostra o resultado de março é que nós começamos uma recuperação e abril será melhor do que março”, ressaltou o ministro.




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ANOTE: OS DEPUTADOS QUE TRAÍRAM O TRABALHADOR !


JORNAL LOCAL DA GLOBO BATE JN


Shell: “tenho 100% de confiança na Petrobras”

Chupa, Moro, chupa !
Ben van Beurden elogia o ambiente de negócios no Brasil - ele não assiste ao jn. Quá, quá, quá !


BRASIL É PAÍS ESTRATÉGICO NA ÁREA DE PETRÓLEO, DIZ PRESIDENTE MUNDIAL DA SHELL




O Brasil é um parceiro forte e estratégico na área de exploração de petróleo, avaliou o CEO da Shell, Ben van Beurden, após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (23), no Palácio do Planalto.

De acordo com ele, os negócios da petroleira se tornaram ainda mais estratégicos com a recente aquisição da British Gas (BG) pela Shell. “Temos confiança no clima de investimentos no Brasil”, afirmou.

Durante a audiência, Beurden conversou com a presidenta Dilma sobre os planos da Shell para o Brasil e, segundo ele, externou a confiança em negócios de longo prazo no País. Com a compra da BG, a Shell se tornou a maior parceira da Petrobras na exploração do pré-sal. “Reafirmei nosso forte interesse com relação à implementação futura dessa parceria e continuamos com nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo.”

Confiança na Petrobras


Sobre a Petrobras, ele destacou a confiança nos negócios com a companhia de petróleo brasileira. “Temos tido uma relação de trabalho muito forte e aberta com a Petrobras, estamos sobretudo confiantes nas operações conjuntas em andamento no Campo de Libra e antecipamos com muito interesse nossos investimentos futuros com a empresa”, declarou. Disse ainda que os planos da Shell são de uma parceria, que é vantajosa para as duas empresas, pelas habilidade técnicas complementares.

Ele avalia ainda que a compra da BG, vai levar a uma quadruplicação das operações da Shell no Brasil, atingindo até o final da década 20% da produção global da empresa.

“Tenho 100% de confiança de que a Petrobras sairá do atual episódio. E sairá mais forte como empresa. Isso foi um elemento de consideração muito importante ao fecharmos o negócio que nos posicionará como a empresa parceira líder da Petrobras por muitas décadas por vir”, enfatizou.




Em tempo: Presidente mundial da Shell não lê a Urubologa – quá, quá, quá !

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A PETROBRAS ZEROU. E A OPERAÇÃO É UM COLOSSO!


SIMÃO DA CGU: BALANÇO PERMITE ACORDO DE LENIÊNCIA


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MEC prorroga prazo para renovação dos contratos do Fies até 29 de maio

na Rede Brasil Atual
Segundo nota divulgada pelo MEC, uma portaria com a mudança de prazo para a renovação dos contratos será publicada nesta sexta-feira (24)
por Mariana Tokarnia, da Agência Brasil
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Brasília – O Ministério da Educação (MEC) prorrogou para 29 de maio o prazo para os aditamentos do primeiro semestre de 2015 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O prazo para as renovações terminaria no dia 30 de abril. Para a adesão de novos contratos, no entanto, o prazo foi mantido no dia 30. Segundo a pasta, o MEC tomou essa decisão, em conjunto com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), "para dar mais segurança e tranquilidade aos estudantes que ainda buscam aditar seus contratos no sistema”.
Segundo nota divulgada pelo MEC, uma portaria com a mudança de prazo para a renovação dos contratos será publicada nesta sexta-feira (24), no Diário Oficial da União, assinada pelo presidente do FNDE, Antonio Idilvan de Lima Alencar.
Os aditamentos devem ser realizados por meio do Sistema Informatizado do Fies (SisFies).
De acordo com o último balanço divugado pelo MEC, foram firmados 242 mil novoc contratos. Em relação às renovações, dos 1,9 milhão de contratos, 1,6 milhão foram aditados. Faltam ainda 296 mil contratos para serem renovados.
Hoje (23), o ministro voltou a garantir todas as renovações e, após estudantes relatarem dificuldade em acessar o sistema, disse que a pasta está trabalhando trabalhando para assegurar o funcionamento do SisFies.
Em relação aos novos contratos, os candidatos devem ter obtido no mínimo 450 pontos na média do Enem e não terem tirado 0 na redação. Em relação aos cursos, estão sendo priorizados para os novos contratos os que obtiveram nota 5 – pontuação máxima dada pelo MEC. Todos serão atendidos. Para os financiamentos de graduações com nota 3 e 4, serão considerados alguns aspectos regionais, priorizando localidades e cursos que historicamente foram menos atendidos.

O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. O programa acumula 1,9 milhão de contratos e abrange mais de 1,6 mil instituições.

Caminhada de professores acaba após PM impedir chegada à Praça da Sé

na Rede Brasil Atual
Categoria, em greve há 42 dias, queria chamar a atenção da população para suas reivindicações, mas foi impedida pela Tropa de Choque
por Camila Maciel, da Agência Brasil
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Por rede social, professores reclamam de ser tratados como "marginais" pelo governo
São Paulo – O clima ficou tenso durante a caminhada que professores paulistas, em greve há 42 dias, fizeram na tarde de hoje (23) pelo centro de São Paulo, quando a Tropa de Choque da Polícia Militar (PM) impediu a passagem do grupo para a região da praça da Sé e, após 40 minutos de negociação com os policiais, os professores decidiram deixar o local.
O Sindicato dos Professores no Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) estimou 2 mil manifestantes, mas a PM falou em 350. “A gente lamenta a postura da polícia, porque para outros movimentos ela oferece segurança. Os professores são tratados dessa forma, uma atitude repressiva”, criticou o professor Fláudio Lima, diretor da Apeoesp. Ele destacou que a intenção dos professores era caminhar na região central para chamar a atenção da população para as reivindicações da categoria. Inicialmente, o trajeto seria pela Avenida 23 de Maio para chegar à Marginal Tietê.
No início da tarde, mais uma reunião entre professores paulistas em greve e o secretário estadual de Educação, Herman Voorwald, terminou sem acordo. A paralisação já dura 42 dias. Após a reunião, um grupo de professores tentou ocupar o prédio da secretaria e foi reprimido pela PM com gás de pimenta. Em seguida, os professores saíram em passeata pela região central.
A presidenta da entidade, Maria Izabel Noronha, lamentou que, em mais um encontro com o titular da pasta, não se tenha avançado em uma proposta que garanta a valorização dos docentes. “Foi muito ruim. (O secretário) não apresentou nada. Quando a gente esteve em 30 de março aqui, disseram que em abril poderiam ter números. Agora, já diz que não tem”, relatou. Uma nova assembleia da categoria está marcada para amanhã (24) no vão livre do Masp, na avenida Paulista.
A categoria reivindica um aumento salarial de 75,33%. “Não vamos acabar com a greve. Ainda temos zero”, declarou a presidenta. Os professores pedem também a redução do número de alunos por sala para um máximo de 25 estudantes por classe. Izabel critica ainda a política de bônus como principal meio para a valorização profissional. A estimativa da Apeoesp é que 60% dos professores tenham aderido à greve.

A Secretaria Estadual de Educação disse em nota que foram apresentadas três propostas aos dirigentes da Apeoesp: política salarial pelos próximos quatro anos com data base em 1º de julho; envio de projeto de lei à Assembleia Legislativa para inclusão dos professores temporários na rede de atendimento do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) e redução da exigência de 200 dias de intervalo a partir do terceiro contrato dos docentes temporários.